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Depois do desaparecimento do Angosat-1, e antes da entregue do Angosat-2, o Presidente angolano, João Lourenço, aprovou o contrato comercial de construção, lançamento e colocação em órbita do satélite de observação da terra, o Angosat-3, que vai ser construído pela empresa francesa Airbus.

No despacho presidencial o Presidente angolano, João Lourenço, autorizou o Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação angolano, José Carvalho da Rocha, a assinar o contrato com a empresa francesa.

O montante do contrato não foi divulgado, no entanto Angosat-1 custou cerca de 270 milhões de euros, enquanto Angosat-2 custou 280 milhões de euros. Em construção em França, o satélite Angosat-2 deverá estar operacional em 2021.

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