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Sardinha, música e folclore prepararam as férias em Drancy

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Associações

 

Antes da paragem para férias, a “Association Drancéenne des Amis du Portugal” de Drancy (93), ainda organizou, nos dias 2 e 3 de julho, a Festa da Sardinha e dos Santos Populares. No sábado à noite com um espetáculo e baile animado por Célia Susy e Christian Esteves, e no domingo teve lugar um Festival de folclore com a participação de quatro grupos representando as danças e os cantares da região do Minho.

Foram dois dias de trabalho intenso, sábado e domingo, “mas na verdade, são mais do que dois dias, porque uma festa com tanta gente, não se prepara à última hora” disse ao LusoJornal Odete Fernandes, uma das dirigentes da associação e também Maire-Adjointe de Drancy. “Mas correu tudo muito bem. Temos a sorte de ter uma associação muito ativa, muito dinâmica e solidária e temos no nosso seio, um estado de espírito muito positivo”.

No sábado, o ginásio Auguste Delaune encheu completamente e os artistas foram do agrado do público. A entrada era gratuita e não faltaram as sardinhas, os churrascos e outros grelhados para matar saudades de Portugal.

“Foi uma festa bem à portuguesa, com muita alegria” disse ao LusoJornal Odete Fernandes. Referindo-se aos artistas Célia Susy e Christian Esteves, disse que “são artistas que representam uma nova geração apaixonada pela música portuguesa e que já animam muitas festas em restaurantes e em associações”.

No domingo, a partir das 14h00 subiram ao palco os grupos folclóricos “Corações Unidos de Portugal” de L’Hay-les-Roses, “Os Amigos” de Rueil-Malmaison, “Amor do Minho” de Abblon-sur-Seine e o grupo da casa, “Romarias do Minho” de Drancy.

Antes do espetáculo, os grupos juntaram-se para almoçar. “Esta já é uma tradição” explica Odete Fernandes. “Estes são, antes de mais, momentos de convívio entre pessoas apaixonadas que gostam de conviver juntas”.

Odete Fernandes considera muito importante a transmissão das tradições. “É muito importante mantermos vivas estas tradições das associações portuguesas” disse ao LusoJornal. “A vida associativa pede muito investimento moral, muito tempo, e por vezes os jovens não se investem muito, mas a transmissão da nossa cultura popular continua viva”.

Depois das férias de verão, a associação, que tem sede em pleno centro da cidade de Drancy, retomará as suas atividades.

 

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