Opinião: O cá, o lá, do filho do emigrante português dos anos 60 a 80 (II)
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Dia 16 de agosto, são 23h45, hora em que o comum dos mortais, normalmente, já não deve contar as estrelas, adormecido que está. Foi o momento escolhido para recordarmos




