O mês de fevereiro, para a criação portuguesa em Paris, parece ter sido colocado sob o signo do cinema… Paralelamente ao Ciclo Lisboa, que prossegue até final de março no Forum des
A agitação das festas natalícias, o encadeamento das pequenas férias e feriados, propiciando deslocações e viagens familiares e turísticas, conduzem sempre as agendas de dezembro a uma diminuição de eventos. Ainda assim a vida cultural continua… Dia 2 e 3,
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Não, não vou falar-vos de novo do novo confinamento e das novas e complexas regras a cumprir nos Departamentos a que se aplicam. Mas a verdade é que esta
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Os “Brocantes” são uma marca da cultura francesa. No primeiro fim de semana que passei na minha casa parisiense, ainda totalmente vazia (as máquinas da cozinha e um banco,
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Todos nos perguntamos ou perguntámos, alguma vez na vida, o que nos faz prosseguir num caminho, não desistir de uma tarefa, manter um rumo; quando esse caminho nos é
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Frio, tanto frio que alguns farrapos de neve gelada se agarravam ainda, tantos dias depois do frágil nevão da semana passada, aos passeios, às capotas dos carros estacionados, ao tapete
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Se posso deixar por momentos o registo confessional das últimas crónicas é porque, felizmente, recenseei dois recentes exemplos de criatividade que colocam em relação Portugal e França. Ainda assim, como
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Começo finalmente a sentir os efeitos da pandemia. Assusta-me pensar que fui, provavelmente, assintomático durante o ano inteiro que este mês quase se cumpre; e, agora, que sinto os primeiros
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Para estarmos juntos com os amigos restam-nos os sábados e os domingos. Temos que combinar brunchs ou almoços para poderemos todos sair antes das 18 horas; é melhor perguntar se
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Já perdi a conta das crónicas em que fui obrigado a dizer-vos que pouco havia para dizer. Uma prolongada estada em Portugal, entre o Natal e os primeiros e múltiplos
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Regresso às listagens comentadas. Esta realidade disciplina a minha tendência para vos sobrecarregar com opiniões pessoais e longas digressões poéticas – peço que me desculpem, mas são uma forma de
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Falo-vos hoje de Eduardo Lourenço e de Gonçalo Ribeiro Telles. Os dois, recentemente falecidos, trabalhando, felizmente, quase até ao final das suas vidas, na casa bem avançada dos noventa anos;
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