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Por Jorge Freitas

 

Ao leitor mais curioso e atraído pelas experiências e vivências proporcionadas pelo chamado ‘Turismo de Memória’ (de forma muito abreviada) deixamos impressão recolhida aquando de nossa recente visita à região de Lille (norte de França).

Um duplo objetivo orientou a nossa viagem.

Conhecer a realidade paisagística e cultural do espaço geográfico então atribuído ao Corpo Expedicionário Português (CEP) – hoje naturalmente transformada – e (numa outra vertente mais intimista e empática), visitar localidades e sítios evocativos dessa presença na Flandres francesa imbuído de justo espírito de (re)conhecimento pelos tremendos sofrimentos, provações e morte sempre associados à participação de Portugal na I Guerra Mundial.

 

Notas prévias

Importa referir que a escolha de Lille como ponto de partida não foi inocente: a 16 de outubro de 1920, o Governo português da época agraciou a cidade com a maior condecoração militar portuguesa – o Grande Colar da Ordem de Torre e Espada. O ato visou demonstrar gratidão à população da cidade pela ajuda e humanismo demonstrado para com as tropas portuguesas, em especial aos prisioneiros de La Lys (1).

Diga-se a propósito que, partindo de Portugal, o avião é forma cómoda de chegar à cidade, havendo voos diretos de/para o Porto (2). Várias companhias aéreas ligam Paris/Bruxelas ao nosso país e são interessantes alternativas de transbordo, havendo desde aí várias ligações TGV diárias a Lille.

De igual modo e a título meramente indicativo refira-se que a visita aos locais a seguir mencionados foi efetuada durante um dia; no final do artigo, deixamos ligação indicativa de outros sítios históricos na região relacionados com a Grande Guerra não visitados neste périplo.

Finalmente, as notas de rodapé indicam somente a origem da informação obtida na Internet e aos mais interessados eventuais pistas para aprofundamento de leitura).

 

Monumento sui géneris e memória de uma presença portuguesa em Lille

A capital da Flandres francesa (cidade natal do General De Gaulle cuja casa onde nasceu é hoje Museu (3)) é em si mesma um desafio aos espíritos mais indagadores sobressaindo a beleza dos seus diferentes estilos arquitetónicos, museus de Belas-Artes e monumentos ligados à História Militar.

Como ‘petite histoire’ mencione-se a existência em Lille de um “Monumento aos Pombos Correio” (Monument aux Pigeons Voyageurs) realçando-se deste modo o papel preponderante tido por estas aves nas comunicações militares durante a I Guerra Mundial, não obstante o progresso das radiocomunicações. (Na zona ocupada, o Exército alemão não só mandaria abater todos os exemplares deste tipo de pombo, como puniria com pena de morte a posse destes mesmos animais, visando desta forma impedir a comunicação de civis com as tropas Aliadas).

Mas é no Museu Hospice Comtesse (Musée Hospice Comtesse ou Hospice Notre-Dame) que encontramos uma das mais antigas manifestações da presença portuguesa na região sendo visíveis as Armas Portuguesas num dos seus flancos exteriores (4). No interior perdura ainda a memória benemérita de D. Joana, Condessa de Flandres, casada em 1212 com Fernando de Portugal (filho de D. Sancho I), criadora desse espaço destinado aos mais vulneráveis e carenciados da época. O hospício foi criado numa ala do seu próprio palácio e dotado a expensas próprias de equipamentos e meios de funcionamento…

A arquitetura do edifício, em si, foi alvo de diversas alterações, acréscimos e funcionalidades ao longo dos séculos, albergando na atualidade um museu que procura reproduzir um pouco da vida social e cultural vivida na cidade nos séculos XVII e XVIII.

Em 1991 recebeu a classificação de ‘Monumento histórico’ de França sendo um espaço cultural merecedor de justa atenção por parte do viajante lusófono (5).

 

Setor Português da Flandres: Geografia e Estratégia

Cumprindo o leitmotiv da nossa viagem, rumamos então a oeste de Lille, onde a aproximadamente 30 quilómetros começava o denominado “Setor Português da Flandres” atribuído pelos Aliados ao CEP (dotado de 56.000 homens, divididos em duas Divisões) as quais:

“(…) faziam parte do Primeiro Exército Inglês, com uma frente de cinquenta quilómetros, tendo a Norte o Segundo Exército, e a sul o Quinto Exército, ambos britânicos.

 

Tática e estrategicamente:

A frente (de trincheiras) portuguesa, que ia desde Scheteland Road, a oeste de La Bassée, até New Bond Street, a leste de Lavantie (…) tinha como limite à retaguarda, no flanco norte, o canal do Lys, desde a ponte da estrada Estaires-Armentières a sul de Harversquerque e no flanco sul, o canais de La Bassée e de Aire até à ponte de linha férrea Merville-Berguette.

Estava em contacto com o inimigo através da “terra de ninguém”, uma faixa de terreno sempre vigiada, que separava as duas forças combatentes em luta, numa largura de 100 a 400 metros.

Na realidade concreta da guerra:

Era uma zona devastada, repleta de buracos e crateras de todos os tamanhos e completamente revolvida pelo fogo de artilharia, numa região onde se verificavam invernos longos, chuvosos e muitas vezes com neve, nevoeiros frequentes e degelo que mantinham o solo encharcado, com temperaturas bastante inferiores às que o soldado português estava habituado.

Este terreno favorecia a progressão das tropas quando estava seco, mas favorecia a defesa estando alagado, não sendo contudo fácil a sua defesa (…)” (6).

 

Foi, por conseguinte, a esta área que dedicamos particular atenção, destacando-se algumas localidades cujo nome é constante dos livros da História do CEP: Saint-Venant (sede do QG do CEP), Lestren (sede do QG da 1ª Divisão), La Gorgue (sede do QG da 2ª Divisão), Ferme-du-Bois, Laventie, Fauquissart, La Couture, Neuve-Chapelle, Richebourg…

Pensamos termos todos noção (mais ou menos) aproximada do ambiente nefasto e os baixos (ou inexistentes…) níveis de motivação vividos e sentidos pelas tropas portuguesas aquando do início da Batalha de La Lys (9 de abril de 1918). Para os menos familiarizados, de forma sucinta diremos que à eterna dúvida de entenderem o motivo da sua mobilização para o teatro de operações europeu de uma “guerra de tipo industrial” do século XX sem para tal estarem suficientemente preparados e equipados, se juntou todo um outro conjunto de fatores desmoralizadores.

Às dúvidas e choque iniciais, somaram-se as condições insalubres vividas nas trincheiras, a precária alimentação, calçado e vestuário inapropriados ao clima da Europa continental (nesses anos particularmente impiedoso), além da falta de rotação/substituição dos soldados e o reforço dos meios na Frente de combate. (O transporte de tropas e material português estava a cargo de navios ingleses estando estes, todavia, já direcionados para as necessidades ligadas à entrada dos Estados Unidos na Guerra…)

Enfim, a ausência de exemplo de comando dada por muitos Oficiais minou ainda mais a moral das tropas: não só estes eram os únicos com direito a período de licença em Portugal como muitos se recusaram a regressar às trincheiras…

Tudo elementos geradores da “tempestade perfeita” ocorrida a 9 de abril de 1918: a desproporção de forças e meios postos em combate decorrentes da aposta final total feita pelo Estado-Maior Alemão (“Operação Georgette”) no sentido de abrir brecha na frente ocidental antes da chegada dos reforços militares norte-americanos conjugou-se, assim, com o que restava de uma 2ª Divisão portuguesa desmoralizada e a preparar-se para ser substituída por contingentes ingleses…

Mau grado atos heroicos de resistência ao avanço alemão (como o a seguir mencionado em La Couture), o grosso das tropas pouco ou nada poderia fazer a não ser render-se ou… “morrer contra a parede” como pedia um General inglês…

No final dos combates em La Lys, as baixas portuguesas situaram-se nas 7.000 (a maioria prisioneiros) do citado total de 56.000 homens.

 

Monumentos e referências evocativas aos soldados portugueses

O Cemitério Militar Português de Richebourg L’Avoué destaca-se pelo seu simbolismo.

“Único cemitério militar exclusivamente português em França”, ocupa uma área de 1.020m², contendo os túmulos de 1831 combatentes que entre 1924 e 1938 foram aí colocados provenientes de outros cemitérios franceses.

Albergando um Memorial no seu interior, constitui junto com a Capela de Nossa Senhora de Fátima (construída em 1976 defronte ao Cemitério) e o Monumento de La Couture, trilogia evocativa de homenagem e memória dos militares portugueses caídos em combate na Flandres francesa (7).

Não obstante o esforço de reagrupamento feito em Richebourg L’Avoué, alguns militares do CEP jazem noutros locais de França, Alemanha, Bélgica, Polónia, Inglaterra, sem esquecer os que ficaram sepultados nos próprios campos de batalha. (Há um simbólico Memorial português no cemitério de Boulogne Est).

 

Ao lado, em La Couture, uma parte do que restava das destroçadas tropas portuguesas travou duros e prolongados combates nos dias sequentes à ofensiva alemã.

A toponímia da localidade reconhece a bravura nessa resistência colocada pelo coronel Bento Roma e restantes soldados, os quais lograram retardar o avanço alemão. Prova dos seus feitos, foi nomeado comandante da Companhia portuguesa na Parada da vitória em Paris a 14 de julho de 1919 (8).

 

(Como escrevemos atrás, a maioria dos efetivos da já então enfraquecida 2ª Divisão do CEP foi, contudo, submergida pelo enorme e desproporcionado poder de fogo alemão tendo perecido ou feita prisioneira).

 

Não estranha, pois, ter sido La Couture o local escolhido para instalação de um Monumento aos Soldados Portugueses. Inaugurado em 1928, foi construído com pedra lioz proveniente de Portugal sobre as ruínas do antigo reduto militar português aí existente durante a Guerra.

Da autoria do escultor António Teixeira Lopes (e do arquiteto António Júlio Teixeira Lopes, seu sobrinho), “o monumento concilia de forma magistral e harmoniosa os elementos arquitetónicos, de nítido caráter revivalista neogótico, e as representações humanas, organizados numa estrutura piramidal, em que as figuras, executadas em bronze dourado, são retratadas com grande naturalismo, expressão dramática e sentimento”. Monumento com estatuária complexa (Soldado, Pátria e Morte), tem como legenda:

«L’Hommage du Portugal à la France Immortalle, Reduit de La Couture, 9 abril 1918» (9).

Junto com Richebourg e La Couture, Neuve-Chapelle completa um triângulo muito interessante de pequenas aglomerações onde os ecos da presença portuguesa ainda se fazem sentir.

A conhecida escultura mutilada do “Cristo das Trincheiras” (presente na Sala do Capítulo do Mosteiro da Batalha) é originária desta povoação, merecendo aqui destaque recente investigação realizada pelo jornalista António Marrucho a propósito do tema, a qual acrescenta nova hipótese quanto à sua origem (10).

Pelo seu simbolismo e vetores de ligação afetiva à memória histórica de Portugal, estes sítios de homenagem e recolhimento são alvo de particular atenção da atual comunidade lusófona (e lusófila). A mesma tem alertado para a necessidade da preservação e manutenção destes espaços históricos, realidade nem sempre (infelizmente) materializada com celeridade e meios adequados (11)…

É, pois, visível e de assinalar o contributo da sociedade civil (luso-francesa) da região no sentido do estudo e preservação do amplo património ligado à Grande Guerra ainda passível de salvaguarda.

Menção honrosa ao trabalho desenvolvido pela Associação ‘L’Alloeu Terre de Batailles 1914-1918 (ATB 14-18)’ e a lusófilos franceses como Lionel Delalleau sem cuja ação muito material (erguido e soterrado) e diversa memorabilia ter-se-iam perdido (12).

Um outro facto interessante: por contingências da História, alguns soldados lusos sobreviventes acabaram por ficar em França após o Armistício de 1918, constituindo família com habitantes locais, sendo de destacar a presença ativa de descendentes destes militares nas Cerimónias anuais do 9 de abril.

 

Outros Locais de Memória

Num âmbito mais global, saliente-se que desde 2011 a Associação Paysages et sites de mémoire de la Grande Guerre, em colaboração com o Departamento francês do Nord-Pas de Calais, promove a candidatura de 14 cemitérios (incluindo o Português de Richebourg L’Avoué), necrópoles e espaços simbólicos a Património Cultural da Humanidade. (Esta iniciativa engloba, de igual modo, os sítios funerários e os memoriais belgas do Front Ouest (13)).

Em complemento aproveitamos, por conseguinte, para visitar alguns desses outros sítios “homólogos” dada a sua relativa proximidade.

Desde logo, bem próximo do Cemitério Português de Richebourg L’Avoué, situam-se quer o cemitério alemão de Salomé e o Neuve-Chapelle Indian Memorial, espaço de homenagem aos mais de 4.742 soldados indianos mortos na batalha de Neuve-Chapelle ao serviço do British Indian Army, dados como desaparecidos em combate.

(No Cemitério Alemão de Salomé jazem dois soldados portugueses desconhecidos; suas campas têm cruzes brancas para serem diferenciadas das cruzes negras reservadas aos militares alemães… Desconhece-se o motivo pelo qual estes dois soldados (junto com o sepultado na também próxima Bauvin) não foram transladados para Richebourg L’Avoué aquando da sua criação… (14))

Também perto pode visitar-se o Le Touret Military Cemetery and Memorial presta tributo aos militares multinacionais do British Imperial Army caídos nos duros combates ocorridos entre o rio Lys e a cidade de La Bassée desde o início da guerra até a véspera da Batalha de Loos em setembro de 1915. (264 soldados do CEP estiveram aqui sepultados entre 1917 e 1919) (15).

Pela sua grandeza, a necrópole nacional francesa de Notre-Dame-de-Lorette é outro dos sítios históricos de memória a justificar cuidada visita.

Situada próximo de Lens, inaugurada em 1925, tem dupla função: cemitério e memorial. Aí repousam os restos mortais de cerca de 42.000 soldados (metade em campas individuais), a maior parte caída nos violentos combates ocorridos na área entre outubro de 1914 e setembro de 1915.

O monumento inclui o cemitério, uma basílica, a torre-lanterna e um museu, cobrindo uma área de mais de 25 hectares.

Inicialmente espaço provisório destinados aos combatentes falecidos na Batalha de Artois, acabou por tornar-se a maior necrópole militar francesa ao reunir em si mais de 150 cemitérios…

Visando perpetuar a memória e homenagear todas as vidas sacrificadas durante a Grande Guerra, a necrópole foi valorizada com a inauguração a 11 de novembro de 2014 do Anel da Memória (“Anneau de la Mémoire”), numa cerimónia presidida pelo então Presidente François Hollande, marcando o início das comemorações do Centenário.

Nas suas paredes estão gravados o nome de 580.000 militares mortos em batalhas ocorridas entre 1914 e 1918 na região Nord Pas-de-Calais, “unidos numa fraternidade póstuma, (…) listados em ordem alfabética e pela primeira vez, sem distinção de nacionalidade, classe, sexo ou religião” (16).

Aí estão nomeados os 2.266 soldados portugueses devorados pela “Grande Loba”, expressiva imagem de estilo à época usada para ilustrar tremendas as carnificinas que de Aix-la-Chapelle a Paris impregnaram de cemitérios os campos da Flandres…

 

Concluindo

No final da nossa breve, curta mas intensa visita a esta parte dos “campos da Flandres” onde estiveram destacados os militares do Exército português, lançamos da pequena colina de Notre-Dame-de-Lorette um olhar retrospetivo às vastas planícies em redor, às suas terras “grávidas” de água e de história, não podendo finalizar estas linhas sem empatizar com o sofrimento e provações sentidas pelos militares lusos ao percorrê-las em condições extremas:

“Os soldados portugueses viviam como ratos. As condições eram horrendas. Eles tinham sempre os pés na lama, o uniforme sempre molhado. A terra da Flandres é impermeável, de argila, e choveu uma quantidade terrível durante a guerra. Nas trincheiras havia lama, ratos, não havia água para todos nem sanitas, os corpos dos soldados mortos eram enterrados ao lado das trincheiras”.

Ou como escreveria de forma um pouco mais literária Jaime Cortesão (escritor-médico voluntário do CEP):

“A terra por onde vamos à toa, sob a infiltração lenta da chuva tornou-se num marnel lodoso, sem trilha, cortado de regatos, aberto aqui e ali em poços viscosos de cratera imenso e espapaçado, onde os pés e as pernas se enterram, fundos. Ouve-se o patujar do tropel fugitivo num surdo chape-chape. E ao rápido clarão das explosões lobriga-se o bando monstruoso das larvas rastejando semi-imersas no lodaçal. Vamos alagados em água e cada passo que se arranca do pântano com o peso e a fadiga que nos entorpece vale um martírio agudíssimo. Mas o pensamento acabou dentro de nós. Sente-se um vazio imenso. Tudo é aniquilação e envilecimento. Só no fundo da consciência uma voz brada revolta contra aquela situação inútil e degradante” (17).

 

Outros sítios e monumentos históricos passíveis de visita no âmbito da presente temática (diferentes opções de escolha)

https://www.museemusee.com/liste-des-musees/page-1.html

 

Sugestões bibliográficas e multimédia (documentários):

https://www.scoop.it/topic/portugal-na-guerra-revista-quinzenal-illustrada

e

https://www.rtp.pt/play/p5082/portugal-na-grande-guerra

 

Notas de rodapé (sítios consultados na Internet para elaboração do artigo)

(01) https://lusojornal.com/martine-aubry-hasteou-a-bandeira-de-portugal-nos-100-anos-da-condecoracao-da-cidade-de-lille/

(02) www.ryanair.com/pt/

(03) https://maisondegaulle.fr/

(04) https://www.lille.fr/Le-Musee-de-l-Hospice-Comtesse

(05) https://pt.wikipedia.org/wiki/Joana,_Condessa_de_Flandres

(06) http://www.portugalgrandeguerra.defesa.pt/SiteCollectionDocuments/Correio_Fronteiras_Trincheiras/Correio_Fronteiras_Trincheiras.pdf

(07) http://www.remembrancetrails-northernfrance.com/trails/the-front/portuguese-national-cemetery-richebourg.html

e

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_militar_portugu%C3%Aas_de_Richebourg

(08) https://pt.wikipedia.org/wiki/Bento_Roma

(09) http://www.momentosdehistoria.com/001-grande_guerra/001-03-republica-e-guerra/001-03-04-culto_mortos/001-03-04-01-monumentos/001-03-04-01-02-franca.html

e

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35705

e

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_militar_portugu%C3%AAs_de_Richebourg

(10) https://lusojornal.com/em-1957-a-mairie-de-la-couture-recusou-enviar-o-cristo-mutilado-para-portugal/

e

https://lusojornal.com/i-guerra-mundial-os-blockhaus-alemaes-do-outro-lado-das-trincheiras-dos-soldados-do-cep/

(11) Sobre os sucessivos alertas da comunidade lusófona da região quanto ao estado do Cemitério Português, ver artigo

Obras no Cemitério militar português de Richebourg. Motivo de esperança?

 

(12) http://latb1418.free.fr/

e

https://lusojornal.com/lionel-delalleau-un-passionne-dhistoire-sur-le-corpo-expedicionario-portugues/

(13) https://www.pasdecalais.fr/Actualites/ARCHIVES/2016/L-actualite-de-la-Culture/UNESCO-Soutenez-les-sites-de-memoires-du-Pas-de-Calais-!

e

https://www.dn.pt/mundo/cemiterio-militar-portugues-em-franca-entre-candidatos-a-patrimonio-mundial-da-unesco-9504730.html

e

https://ensina.rtp.pt/artigo/recordar-os-mortos-da-grande-guerra/

e

http://www.paysages-et-sites-de-memoire.fr/

(14) https://lusojornal.com/batalha-de-la-lys-dois-soldados-portugueses-no-cemiterio-alemao-de-salome/

e

I Guerra Mundial: Os três soldados portugueses esquecidos em Salomé e Bauvin

e

L’hommage de LusoJornal aux deux Soldats Portugais du Cimetière Allemand de Salomé

(15) http://www.remembrancetrails-northernfrance.com/trails/the-front/le-touret-military-cemetery-and-memorial-richebourg.html

(16) Pormenor simbólico: “No meio da necrópole erguem-se a ‘torre -lanterna’ e a basílica, vigiando todos os soldados. Como um farol, a luz projetada do topo da torre é visível várias dezenas de quilómetros em redor”. (https://memorial1418.com/necropole-notre-dame-de-lorette/)

e

https://fr.wikipedia.org/wiki/N%C3%A9cropole_nationale_de_Notre-Dame-de-Lorette

(17) https://lusojornal.com/bisneta-de-soldado-portugues-conta-historias-de-amor-e-de-guerra-aos-turistas-em-franca/

e

https://pt.scribd.com/document/123396828/Memorias-da-grande-guerra-1619-1919-por-Jaime-Cortesao

 

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