O mês de fevereiro, para a criação portuguesa em Paris, parece ter sido colocado sob o signo do cinema… Paralelamente ao Ciclo Lisboa, que prossegue até final de março no Forum des
A agitação das festas natalícias, o encadeamento das pequenas férias e feriados, propiciando deslocações e viagens familiares e turísticas, conduzem sempre as agendas de dezembro a uma diminuição de eventos. Ainda assim a vida cultural continua… Dia 2 e 3,
Esta semana, falemos do Tempo. Do Tempo que passou ou do que se passou no Tempo. E veremos como esse Tempo histórico é uma medida incerta onde passado, presente e futuro se
Continuamos a ouvir a rádio que nos traz o som do mundo. Continuamos a ler os livros não lidos ou a reler aqueles de que sempre gostámos mais. Para enganar as horas,
Escrever não é tanto uma arte, como é um conjunto de técnicas. Técnicas de sedução do outro, armadilhas para o trazer até à nossa beira. Escrever, não devendo ser nunca uma obrigação
Nós, os que não estamos na linha da frente, combatendo ou feridos em combate, não temos o direito de gritar as nossas queixas. Muito menos temos direito de queixa, os que, em
Uma crónica estranha, esta. E difícil. Podem pensar – eu pensei! – que seria difícil, por causa de não acontecer nada nas longas semanas de confinamento que nos esperam. A agenda de
A semana que passou desenhou as semanas que hão de vir. A minha crónica de segunda-feira dia 9 gravei-a com um som muito deficiente e apenas foi para o ar no horário
A semana passada (com dois acontecimentos que noticiámos e um outro que nos escapou) exige um curto balanço: Mia Couto, Biberstein e Marco da Silva Ferreira constituem um trio diversificado de linguagens
O segredo (ou adivinha) da semana passada já foi revelado. A estreia de Felipe Oliveira Baptista como Diretor artístico da marca Kenzo foi um sucesso, impulsionado pela criatividade própria e pela inteligência
Continua o ciclo dedicado a Lisboa no Forum des Images – 2 rue du Cinema (Forum des Halles). Dos primeiros filmes falados ao Cinema Novo dos anos 60, dos filmes de intervenção
Em França estamos habituados a isto: mais ou menos longas filas de espera para entrar num local cultural e patrimonial, seguidas da passagem por um pórtico eletrónico e uma cuidada revista, a
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